quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

FELIZ 2016

"O que eu desejo para o novo ano é suavidade. E um bocado de alegria. E desejo também perdão: a mim mesma que sou passível de erros, mas que não preciso e não devo viver mergulhada na culpa. Desejo também carinho: uma alma acariciada fica doce, desvendada, amorosa. 

Desejo coragem, porque o medo paralisa e impede a melodia nova e é preciso arriscar para continuar (re)criando harmonias. Desejo muita inspiração, porque as palavras sempre me fizeram a companhia mais maciça para a solidão genuína que sinto. E foram elas que consertaram muitas dores ao longo da minha caminhada, coisas que só pude curar investigando, compartilhando, tendo aqui meus cinco dedos de prosa com vocês. 

Desejo um pouco de disciplina, pois um ser criativo precisa de rebeldia, mas também de horários e planejamentos. Desejo desapego pelas pessoas, mas um pouco mais de ambição material porque ninguém sobrevive apenas de metafísica. Desejo maturidade. Quando se tem maturidade, dá-se melhor o valor que tem cada coisa, sem supervalorizar o que é irrelevante ou subestimar um pequeno aprendizado. 



Desejo muita paz: um coração sossegado entrega-se com mais confiança. Desejo saúde e disposição. Desejo proteção espiritual. E desejo continuar sendo merecedora dessa boa sorte de falar e poder ser atentamente ouvida, de calar e ser respeitada, de amar e ser correspondida, de atrair pessoas de coração bom e muita sensibilidade, e de poder descobrir a cada dia que a verdadeira erudição está na simplicidade."

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

MAR PORTUGUÊS

Como ontem tinhamos de levar o filho mais velho às explicações de matemática, decidimos ir os dois e fazer uma corridinha/treino no circuito da Prova Fonte da Pipa. Devem ter sido uns 12kms em 1h10min. Custou-me um bocado e penso sempre que não nasci para correr, por outro lado acho que a minha mente não é muito forte porque me apetece sempre desistir.
À tarde, não tinhamos sinal de net, por isso fomos estrear o jogo que o mais novo recebeu do padrinho, chama-se Caravelas. Divertimo-nos bastante, os miúdos gostaram imenso. Como eu não sei explicar da forma mais apelativa, deixo aqui a opinião do blog Spiel Portugal:


"Parece que em tempo de crise - será esta a mais ouvida, escrita, dita, palavra dos últimos tempos em Portugal?! - algumas coisas vão surgindo como que retirando esse peso de fado de cima de nós, desafiando o Inverno, desfazendo os défices e aligeirando as intempéries. Uma lufada de ar fresco, para recorrer a um chavão, que prova que em Portugal podem-se fazer coisas boas.

Caravelas é um jogo de tabuleiro que reflecte tudo isso. É uma nova abordagem para um novo conceito português de jogos familiares, jogos de serão ou de tardes de fim-de-semana com assinatura toda em português. Promove o espírito da família em épocas tão dedicadas ao singular, promove a aprendizagem pela diversão e prova que somos também capazes de fazer bem quando nos metemos a isso. Duvidamos é vezes a mais. 
Gil d'Orey, o autor, faz jogos a um ritmo que começa a ser de sublinhar. Mesaboardgames, a editora que ele, com mais dois sócios, dirigem é, também ela, toda em português. E é em português que nos entendemos!



O jogo é um clássico jogo de família. Fala dos nossos navegadores, das nossas conquistas e dos nossos feitos. Cada jogador leva a sua frota a bom porto, descobrindo locais espalhados pelo mundo todo, trazendo bens preciosos para a coroa: ouro, açúcar, pimenta, enfim, um sem número de opções.

Para conseguirem levar as suas frotas a conquistar os seus objectivos, os jogadores vão-se movendo pelo tabuleiro com os seus barcos. Cada barco tem um número de movimentos que, dependendo da boa ou menos boa utilização das correntes marítimas, podem ser mais ou menos maximizados. Esses movimentos definem o jogo porque são esses movimentos que determinam o que cada jogador pode conseguir fazer: onde chegar é o principal motivo para jogar Caravelas. 

É aqui, na utilização das correntes como movimentação que Caravelas mostra a sua principal originalidade. Se a corrente for favorável o navegador aproveita-a de uma forma muito real, não gastando para isso muitos pontos de movimento, os tais que cada frota de barcos possui. Se a corrente for boa, o jogador move-se de borla. Corrente má ou contrária, custa movimentos.

Chegando ao desconhecido, os jogadores descobrem coisas. O descobrimento é assinalado com um marco dos descobrimentos e dá pontos de vitória - navegar é preciso. Em determinados locais, locais de relevância histórica para a epopeia dos Descobrimentos Portugueses, temos produtos para comercializar. Os nossos barcos podem trazer com eles esses produtos que, chegando a Lisboa, podem ser vendidos, transformando-se em pontos vitória. Caso os jogadores tragam pimenta, podem optar por contribuir para a construção do Mosteiro dos Jerónimos - aqui sublinhe-se a relevância histórica: no passado, a pimenta era especialmente taxada e o seu dinheiro usado, precisamente, para a construção do magnânimo Mosteiro. 

Entre trocas de produtos e navegação, Caravelas mostra uma face de interacção entre os jogadores muito assinalável. Todos os jogadores possuem cartas que os podem ajudar (ou não) a navegar com mais eficácia. Evitar piratas e más marés, avançar quando menos se espera ou ultrapassar o Cabo das Tormentas. Essas cartas, quando jogadas, podem beneficiar os outros jogadores. Aqui, entra uma dose importante de interacção porque uma carta favorável é favorável também para os jogadores adversários, fazendo pesar a escolha de quem a joga. 

Outro factor de relevante interesse na interacção prende-se com o leilão inicial. Os jogadores disputam a ordem com que jogam. Para essa disputa usam os tais pontos de movimento da sua frota. Esta decisão de querer ser o primeiro a jogar para poder ser ele a descobrir determinado destino, ou ser ele a construir aquela parte dos Jerónimos é também uma decisão muito relevante porque, ao gastar fichas de movimentos, o jogador em causa vai jogar menos na sua vez, simplesmente porque abdicou de alguns dos seus pontos de movimento para jogar à frente.

Estas decisões, embora o jogo seja familiar e, até certo ponto, simples de jogar, causam alguma ambiguidade e obrigam a uma estratégia sólida no decorrer da partida, tornando cada uma dessas decisões um factor decisivo para o sucesso do jogador.

A pontuação vai avançando à medida que o jogo vai decorrendo. A evolução no tabuleiro é bem interessante, mostrando os marcos dos descobrimentos das diversas cores dos jogadores a pintalgar o panorama e também a dar a perceber que o jogo estará para terminar quando o Mosteiro dos Jerónimos estiver quase a ser concluído. 

Em suma, temos aqui um jogo que nos deve, a todos nós portugueses, encher de orgulho. Vejam bem: mesmo em tempo de crise, um jogo português, de um português, editado por uma editora portuguesa, sobre Portugal. É ou não é para todos estarmos mais que orgulhosos com este feito? É ou não é uma pedrada no charco? Crise? Talvez mas, Caravelas mostra que podemos, com a atitude e o empreendedorismo certos, chegar a bom porto. Passar além da taprobana."

sábado, 26 de dezembro de 2015

VILA NATAL ÓBIDOS

Fomos na quarta-feira à Vila Natal Em Òbidos. Os mais pequenos estavam encantados. Fizeram arborismo, andaram na pista de gelo, na rampa de gelo, tanta coisa. Quando chegou a altura de visitar o Pai Natal e fazer o tradicional pedido, eu fiquei rendida. Normalmente os pais natais parece que estão a fazer o frete, para os pais tirarem a foto com os seus meninos. Mas este não. Escutou o que os meus filhos pediram atentamente, deu uma valente gargalhada ao saber do desejo do Zé querer conhecer a Chica Vampira, aconselhou a Margarida em relação ao seu pedido, um telemóvel. Talvez não seja essa a função do Pai Natal, dar opiniões. Talvez seja apenas criar magia, encantar. Mas naquele momento eu acreditei...























quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

FELIZ NATAL

Um Santo Natal com muita Harmonia, Tolerância e Paz, é o que desejamos para Todos :)

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

ELAS CHEGARAM!!!

Finalmente, as tão desejadas férias de Natal chegaram. Felizmente, temos tido muito trabalho mas estamos todos bastante cansados. Recebemos da nossa chefa, como sempre um miminho. Receber prendas é muito bom mas quando sentimos que são feitas com carinho, é ainda muito melhor.



domingo, 20 de dezembro de 2015

Corrida S. silvestre na Lourinhã

Enquanto eu tentava me divertir, o marido e as crianças mais pequenas participavam na S. Silvestre da Lourinhã. Margarida ficou em 1º e o Zé em 7º nos benjamins. Emanuel ficou em 66º.


Festa de Natal

Ontem, foi dia da festa de Natal da empresa onde trabalho. Não tinha vontade de ir. Isto de o meu Diogo estar a perder o interesse pela escola, deixa-me um pouco abatida. Lá fui. Não gosto de faltar à minha palavra e já tinha entregue com antecedência o convite a aceitar. À entrada estavam bailarinas a receber-nos com os seus gestos graciosos. Juntei-me a algumas colegas e tentámos arranjar uma mesa que nos permitisse assistir ao espectáculo. Começou com o Eng. C. Director da EFP, que leu umas palavras do Sr Eugster, que não pode estar presente. Palavras simpáticas de agradecimento e de encorajamento para um bom ano de 2016. Segui-se o Sr. Cristoph, julgo que é o Director da empresa Suiça, que fez um brilharete a falar em português. Gostei bastante da atitude. Parabéns!!! Mais tarde, passou por todas as mesas a brindar e a desejar um bom ano. Foi aí que reparei bem no senhor! Giro, charmoso, dentes bonitos!!
Mas vamos ao que mais interessa, as actuaçoes. Aqui vem a 1ª, feita por alguns elementos da linha da chefa C. V. e por elementos da minha linha, onde se incluia a minha chefa, C. A.. Parabéns especiais à minha colega de partilha de carro, a Claúdia, pela sua energia e alegria contagiante. Participou também o nosso colega Manel, que estava super elegante num fato de aba de grilo. O Manel estava muito contente e eu gostei de o ver num papel que não o minorizava mas que lhe trazia alegria e vaidade. Boa Manel, estiveste 5 estrelas :)
P.S. Depois de várias tentativas frustadas, tenho a dizer que não consigo colocar aqui o video. Tento novamente amanhã.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

PESSOAS INSPIRADORAS

Fui há pouco  ao facebook e vi na página da minha amiga Fátima, este video tão inspirador. Adoro particularmente, a forma tranquila e calma de falar.


10 DE DEZEMBRO, DIA HISTÓRICO AQUI NO BLOG ...

pois percebi que alguém me lê.OBRIGADA!!! Não a sério!!! Eu sei que não estou sempre a actualizar, que não é um blog super interessante, que tenho de melhorar imenso a minha escrita mas perceber que não estou sozinha nisto, que não estou numa ilha deserta sem ninguém me alcançar... é demais, estou muito feliz!!!
Para mim não é fácil vir aqui todos os dias e conseguir escrever algo. Ou lembro-me no trabalho e chego aqui e esqueço-me, ou porque não apanho bem a ligação( conto-vos um segredo para perceberem melhor: à cerca de dois anos que decidimos acabar com a MEO que me permitia ter net sempre que quisesse, a qualquer hora, em qualquer divisão da casa mas devido às dificuldades da vida e sinceramente, eu também já estava farta de ouvir as vozes dos desenhos animados a toda a hora, decidimos anular. Como os meus pais moram em frente pedimos se não se importavam que usássemos a net deles. Concordaram, só que, a ligação é fraca, só apanho sinal numa zona da casa, tenho de ter as portadas abertas, enfim.), ou porque estou cansada, ou chateada. A partir de hoje, vou levar um notebook para o trabalho e mal algo venha à minha mente, lá vou eu rabiscar. Vou manter isto cheio de energia e alegria. Volte sempre :)


quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

A MAGIA DO NATAL NA CASA DA MINHA MÂE

"O Natal agita uma varinha mágica sobre todo o mundo, e observe, tudo é mais suave e mais bonito." (Norman Vincent Peale) :)


terça-feira, 8 de dezembro de 2015

CHEGUEI AOS 21KM

Hoje fomos novamente correr, eu e o Emanuel. Iamos tentar fazer 21km em estrada. A verdade é que eu não sei bem porque é que me meto nestes sarilhos mas talvez por uma colega minha ter iniciado agora nas corridas e, por querer já passar, de um treino de 13km para os 21km. Fez-me pensar se eu também conseguiria. Bom, já fiz provas de trail, que acho bem mais violentas, duras, por isso, seria normal conseguir. E sim fi-los mas nuns miseráveis 2h12min. E consegui ficar com as pernas bem doridas, pés em sangue pisado. Bonito, vamos lá ver o que é que vou conseguir fazer o resto da semana. Deixo algumas fotos do percurso :)




ACHEI PIADA :)

e, por ser verdade!


domingo, 6 de dezembro de 2015

ALIMENTAÇÃO NATURAL

Nunca mais aqui falei do workshop de sumos e smoothies. Eu gostei bastante da experiência, de todas as informações recebidas pelo fantástico orador Avelino, super comunicativo. Eu só pensava:"Como é que ele sabe tanta coisa? Como é que ele "enfia" tanta informação na cabeça?". Mas comecemos pelo princípio. Sabia qual o dia do workshop, sabia que era na Lourinhã, capital dos Dinossauros mas não sabia qual era a rua, melhor avenida. No caminho para lá decidi ir para a parte nova da vila, pois se era uma avenida, tinha de ser numa zona mias espaçosa. Chego, dou a volta à rotunda dos dinossauros, sigo em frente e corto à esquerda. Vejo um homem do lado de lá da rua e abrando para resolver logo ali a minha dúvida, perguntando: " Boa noite, sabe onde fica a avenida Nuno de Brion?". O senhor atravessa a rua até ao carro e diz-me:" Sorry, I am not from here". Boa, ganda pontaria Mónica Susana, e agora como é que te safas desta, faltam apenas 5 minutos para começar. Antes de arrancar agradeci na mesma ao estrangeiro. "Bem, vou até à pizzaria e informo-me lá." - pensei. Não foi preciso mesmo ao lado lá estava em letras grandes Biofrade. Saí rapidamente do carro e entrei. Andavam algumas pessoas a preparar o cenário e umas 3 pessoas para participar. Disse boa noite e dei uma volta pela loja que para além dos produtos vegetais biológicos tem também uma grande variedade de sementes e de outras coisas que ainda não domino. Sentei-me ao lado de uma senhora muito elegante, bonita e simpática. Disse-me que era americana, que vivia no Toxofal e que tinha ficado muito feliz por saber que na Lourinhã tinha uma loja de produtos biológicos. A sala foi se compondo e o sr Avelino conquistou todos com a sua simpatia, humor, conhecimento. A minha memória não me deixa escrever aqui muita coisa mas não me esqueço de algo que para mim foi mágico, simples e tão genuíno. Ele dizia que em pequeno gostava muito de ir para o campo ajudar o pai e que olhava para o mar (ele é açoreano)e pensava: "O mar dá-nos tanto peixe e o que é que nós lhe damos a ele?".
O batido que mais gostei foi este:
- folhas de couve - se olharmos para as folhas podemos ver o sistema circulatório
- folhas de bróculo
- 1 copo pequeno de côco laminado
- ananás
- banana
- àgua
a regra é: num jarro do liquidificador colocar 50% de vegetais, 50% de fruta e 40% de àgua e beber logo pela manhã.





IDA À QUINTA

Temos tanta coisa boa perto de casa e acabamos sempre por fazer o mesmo. A nossa ida ao café ao domingo é sempre a Porto Novo mas hoje fomos a pé, os miúdos de bicicleta à Quinta Pedagógica da Caria, que fica quase mesmo ao lado da nossa casa. Enquanto os miúdos andavam na pista de karts nós bebemos o nosso café tranquilamente na companhia do Pedras, um cachorro simpático que nos seguiu. Não levei a máquina fotográfica. As fotos são da última vez que lá estivemos.







domingo, 29 de novembro de 2015

FICO SEMPRE IMPRESSIONADA COM A GRANDEZA DESTAS PESSOAS


Vai da Dinamarca à Tanzânia a pé e passou pelo Porto

 | 07/11/2015
O dinamarquês Charlie Christensen tirou dois anos e meio para caminhar durante 18 mil quilómetros. Porquê? Porque quer levar água a quem não a tem.
CLÁUDIO ANES
Aos 27 anos, criou a página Walking for Water e lançou-se à estrada, numa ?peregrinação filantrópica?
Há meses que Charlie Christensen se habituou a sentir as costas e os joelhos doridos ao fim do dia. Afinal, o preço a pagar para quem partiu da Dinamarca há quase meio ano e anda desde então a calcorrear as estradas da Europa. O destino, esse, há muito está traçado: Lengasti, uma remota aldeia da Tanzânia. Mais importante é garantir que, quando chegar à meta, já conta com os 400 mil euros de que precisa para brindar a população local com um sistema de abastecimento de água potável.
"Em 2013, estive lá a fazer voluntariado num orfanato e apercebi-me das dificuldades com que viviam. Para ter água, precisavam de percorrer 19 quilómetros até à aldeia mais próxima - mais 19 para regressar - e transportavam-na em baldes, com a ajuda de mulas. Perdiam quase um dia inteiro", recorda, ao JN, de passagem pelo Porto.
Ao fim de meio ano, voltou à Dinamarca, embrenhado na consciência de que era urgente fazer algo para mudar o rumo dos acontecimentos. E fez mesmo. Aos 27 anos, criou a página Walking for Water e lançou-se à estrada, numa "peregrinação filantrópica", como lhe chama.
"Pelos sítios por onde vou passando, vou contactando as empresas locais para conseguir patrocinadores. Por exemplo, dirijo-me muitas vezes às empresas de águas para que o nosso logo possa aparecer nas garrafas e uma parte das vendas reverta para nós. Sabendo que estão a contribuir para algo assim, as pessoas compram mais rapidamente", explica, admitindo que, para já, os resultados ainda não são os desejados.
Desde que deixou Esbjerg, a cidade em que vive, já fez três mil quilómetros, já passou por sete países diferentes (ao todo, serão 28), já caminhou com a chuva a cair-lhe copiosamente em cima e já se viu grego para superar as imponentes montanhas das Astúrias.
É que além da mochila que traz às costas, anda sempre com um carrinho, onde transporta a tenda, as roupas e uma espécie de mini cozinha improvisada. Se lhe oferecerem alojamento em regime de couchsurfing, tanto melhor. Caso contrário, acampa. E quando as pernas pesam ou o carrinho lhe complica a vida, agarra-se ao lema que o motivou: caminhar para que outros não tenham que o fazer.
"Eu sei que não posso mudar o Mundo sozinho, mas acredito que posso inspirar pessoas a acreditar que é possível fazer alguma coisa. Muitas pessoas veem que algo está errado, mas parece uma tarefa tão grande que preferem dizer que não podem fazer nada", atira, sonhador, indiferente à dureza 15 mil quilómetros que ainda tem pela frente.
A aventura de Charlie pode ser acompanhada diariamente no Facebook, através da página Walking for Water.

WORKSHOP DE SUMOS E SMOOTHIES

Fui convidada pela Biofrade - Agricultura Biológica , a participar num workshop de sumos e smoothies, que contará com a presenca de Avelino Ormonde, que ajudará na preparação dos sumos e batidos verdes. Vai ser giro adquirir mais conhecimentos para uma alimentação saudável. Terça feira lá estarei.